API Amazon Lex Runtime Service

Consulte Amazon Lex Runtime Service, do provedor amazonaws.com, versão 2016-11-28: documentação, especificação OpenAPI 3.0.0 e referências para planejar a integração.

amazonaws.com · Versão 2016-11-28

Conheça a plataforma

O que integrar com Amazon Lex Runtime Service

Descrição técnica preservada da especificação de origem. A versão do contrato ajuda a identificar a API; confirme a disponibilidade atual no fornecedor.

Amazon Lex provides both build and runtime endpoints. Each endpoint provides a set of operations (API). Your conversational bot uses the runtime API to understand user utterances (user input text or voice). For example, suppose a user says "I want pizza", your bot sends this input to Amazon Lex using the runtime API. Amazon Lex recognizes that the user request is for the OrderPizza intent (one of the intents defined in the bot). Then Amazon Lex engages in user conversation on behalf of the bot to elicit required information (slot values, such as pizza size and crust type), and then performs fulfillment activity (that you configured when you created the bot). You use the build-time API to create and manage your Amazon Lex bot. For a list of build-time operations, see the build-time API, .

Cloud e Infracloud

Ficha técnica

Como funciona a integração

Versões, permissões, preços e limites podem mudar. Consulte a documentação da plataforma antes de implementar.

Do planejamento à produção

Checklist para integrar Amazon Lex Runtime Service

  1. Defina o fluxo. Identifique quais dados precisam circular, o sistema de origem e o resultado esperado.
  2. Leia os requisitos oficiais. Verifique acesso à API, plano necessário, versão e ambiente de testes.
  3. Configure o acesso com segurança. Guarde credenciais secretas no servidor e conceda apenas as permissões necessárias. Restrinja chaves públicas conforme a documentação do fornecedor.
  4. Teste a primeira requisição. Valide os campos, a paginação e o formato de resposta com dados de teste.
  5. Prepare o tratamento de falhas. Considere limites de requisição, retentativas com espera e prevenção de operações duplicadas.
  6. Acompanhe a integração. Registre erros sem expor dados sensíveis e monitore alterações na API.