API Anomaly Detector Client

Consulte Anomaly Detector Client, do provedor azure.com, versão 1.0: documentação, especificação OpenAPI 2.0 e referências para planejar a integração.

azure.com · Versão 1.0

Conheça a plataforma

O que integrar com Anomaly Detector Client

Descrição técnica preservada da especificação de origem. A versão do contrato ajuda a identificar a API; confirme a disponibilidade atual no fornecedor.

The Anomaly Detector API detects anomalies automatically in time series data. It supports two kinds of mode, one is for stateless using, another is for stateful using. In stateless mode, there are three functionalities. Entire Detect is for detecting the whole series with model trained by the time series, Last Detect is detecting last point with model trained by points before. ChangePoint Detect is for detecting trend changes in time series. In stateful mode, user can store time series, the stored time series will be used for detection anomalies. Under this mode, user can still use the above three functionalities by only giving a time range without preparing time series in client side. Besides the above three functionalities, stateful model also provide group based detection and labeling service. By leveraging labeling service user can provide labels for each detection result, these labels will be used for retuning or regenerating detection models. Inconsistency detection is a kind of group based detection, this detection will find inconsistency ones in a set of time series. By using anomaly detector service, business customers can discover incidents and establish a logic flow for root cause analysis.

Cloud e Infracloud

Ficha técnica

Como funciona a integração

Versões, permissões, preços e limites podem mudar. Consulte a documentação da plataforma antes de implementar.

Do planejamento à produção

Checklist para integrar Anomaly Detector Client

  1. Defina o fluxo. Identifique quais dados precisam circular, o sistema de origem e o resultado esperado.
  2. Leia os requisitos oficiais. Verifique acesso à API, plano necessário, versão e ambiente de testes.
  3. Configure o acesso com segurança. Guarde credenciais secretas no servidor e conceda apenas as permissões necessárias. Restrinja chaves públicas conforme a documentação do fornecedor.
  4. Teste a primeira requisição. Valide os campos, a paginação e o formato de resposta com dados de teste.
  5. Prepare o tratamento de falhas. Considere limites de requisição, retentativas com espera e prevenção de operações duplicadas.
  6. Acompanhe a integração. Registre erros sem expor dados sensíveis e monitore alterações na API.