API Azure Data Migration Service Resource Provider

Consulte Azure Data Migration Service Resource Provider, do provedor azure.com, versão 2018-03-15-preview: documentação, especificação OpenAPI 2.0 e referências para planejar a integração.

azure.com · Versão 2018-03-15-preview

Conheça a plataforma

O que integrar com Azure Data Migration Service Resource Provider

Descrição técnica preservada da especificação de origem. A versão do contrato ajuda a identificar a API; confirme a disponibilidade atual no fornecedor.

The Data Migration Service helps people migrate their data from on-premise database servers to Azure, or from older database software to newer software. The service manages one or more workers that are joined to a customer's virtual network, which is assumed to provide connectivity to their databases. To avoid frequent updates to the resource provider, data migration tasks are implemented by the resource provider in a generic way as task resources, each of which has a task type (which identifies the type of work to run), input, and output. The client is responsible for providing appropriate task type and inputs, which will be passed through unexamined to the machines that implement the functionality, and for understanding the output, which is passed back unexamined to the client.

Cloud e Infracloud

Ficha técnica

Como funciona a integração

Versões, permissões, preços e limites podem mudar. Consulte a documentação da plataforma antes de implementar.

Do planejamento à produção

Checklist para integrar Azure Data Migration Service Resource Provider

  1. Defina o fluxo. Identifique quais dados precisam circular, o sistema de origem e o resultado esperado.
  2. Leia os requisitos oficiais. Verifique acesso à API, plano necessário, versão e ambiente de testes.
  3. Configure o acesso com segurança. Guarde credenciais secretas no servidor e conceda apenas as permissões necessárias. Restrinja chaves públicas conforme a documentação do fornecedor.
  4. Teste a primeira requisição. Valide os campos, a paginação e o formato de resposta com dados de teste.
  5. Prepare o tratamento de falhas. Considere limites de requisição, retentativas com espera e prevenção de operações duplicadas.
  6. Acompanhe a integração. Registre erros sem expor dados sensíveis e monitore alterações na API.